domingo, 19 de fevereiro de 2017

Lula, o favorito


Há um intrigante paradoxo em torno da figura de Lula: não viaja em avião de carreira, evita locais públicos e só fala em ambientes restritos à sua militância para evitar a hostilidade pública, de que tem sido alvo desde que exposto pela Lava Jato.
Não obstante, pesquisas eleitorais, como a mais recente, da CNT, o apontam como favorito à presidência da República. Venceria todos os presidenciáveis até aqui conhecidos, de Aécio Neves a Bolsonaro, passando por Marina Silva, Serra, Ciro Gomes e Alckmin.
Ora, alguém que ostenta tal favoritismo deveria, bem ao contrário, enfrentar de peito aberto ruas, aeroportos, restaurantes, estádios de futebol (aos quais Lula, ardoroso torcedor, não comparece desde antes da Copa do Mundo), pois, no mínimo, teria a seu favor a maioria dos circunstantes.
O que se depreende disso? Ou essa maioria mora em outro país (ou planeta) ou simplesmente é fictícia. Mesmo no Nordeste, onde se concentrou, nos idos tempos, o grosso do seu eleitorado, o quadro mudou. Há um vídeo no Youtube que registra uma chegada de Lula ao aeroporto de Fortaleza, pontuada por vaias e palavrões.
Ele próprio havia prometido viajar por todo o país denunciando o “golpe” do impeachment e, ao que parece, mudou de ideia. As poucas viagens que fez foram nos termos acima mencionados: em jatinho particular, com aparições restritas a uma plateia amestrada.
Estranho favoritismo. Há quatro meses, seu partido foi fragorosamente derrotado nas eleições municipais em todo o país. Venceu apenas numa capital, Rio Branco, cujo estado é governado há duas décadas por uma mesma dinastia, a dos irmãos Viana.
Perdeu em toda parte, inclusive no berço petista do ABC paulista. Em São Bernardo, cidade onde mora há décadas - e onde iniciou sua carreira de líder sindical -, não conseguiu emplacar nem sequer um enteado para o modesto cargo de vereador.
O PT definha e vê na ressurreição do mito Lula sua última cartada. Perdido por um, perdido por mil. Prestes a prestar contas à Justiça, réu em cinco processos e sem o guarda-chuva do foro privilegiado, Lula pôs em cena a figura do perseguido político.
Prepara emocionalmente a militância – reduzida, mas ruidosa e violenta – para tornar sua iminente prisão um fator de turbulência pública. Tem a seu favor a simpatia (ou o receio) do próprio presidente Temer, a quem chama de golpista, mas não hesita em estender a mão e a apoiar nos embates dentro do Parlamento.
Em todos os seus pronunciamentos, faz-se de vítima, papel que não dispensava mesmo quando dava as cartas. Nenhuma chance é desperdiçada, nem mesmo, como se viu, o velório de sua esposa, transformado em palanque político. Para contrabalançar essa imagem de fragilidade, cuidadosamente construída, nada como ostentar pesquisas que o mostrem como amado pela população e perseguido pelas elites de sempre. A melhor defesa é o ataque.
A recente pesquisa da CNT – cujo presidente, Clésio Andrade, seu amigo, é investigado também pela Lava Jato - tem a vantagem, como as anteriores, de não precisar comprovar nada.
Não há eleições à vista, nem candidatos lançados, nem o tema está na pauta. O indicador mais recente são as eleições municipais de quatro meses atrás, cujo resultado não chancela o das pesquisas.
Mesmo assim, obtém repercussão na mídia, que a militância reverbera, nas redes sociais, na tentativa de mostrar que as denúncias – e a condição de réu em cinco processos – são inconsistentes, parte de um complô obscurantista para tirar de cena “o melhor presidente que o Brasil já teve”, nas modestas palavras do próprio Lula.

Enquanto isso, o escândalo Odebrecht, que tem o ex-presidente no centro da trama, começa a pipocar em diversos outros países da América Latina. Inclusive na sua Venezuela.

Por Ruy Fabiano - Blog do Noblat

Jucá diz que todo mundo está citado na Lava-Jato: “Execução de políticos em praça pública resolve?”


Em entrevista para o Estado de Minas, o senador Romero Jucá afirmou que não (sic…) é contra a Lava-Jato
O parlamentar reclamou que a operação está muito devagar e não define de vez quem tem culpa e quem é inocente.
Ele comentou que a Lava-Jato jogou uma ‘nuvem sombria’ sobre a classe política.
Será que não foram os políticos que jogaram uma ‘nuvem sombria’ sobre a população?
Caju, digo Jucá, destacou:
“Todo mundo está citado.Vingança e execução em praça pública não são as melhores formas de se resolver a política.”
É sim caro senador. Execução em praça pública é perfeito.
Faça uma enquete com os brasileiros e verá que é assim que se estanca a sangria!
E outra coisa: Não fale pelo senhor. Não generalize!
Há bons políticos que sequer apareceram em delações e relatórios da PF.

Diário do Brasil
http://www.diariodobrasil.org/juca-diz-que-todo-mundo-esta-citado-na-lava-jato-execucao-de-politicos-em-praca-publica-resolve/ 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O desprestígio da Suprema Corte brasileira diante de uma sociedade exausta


Em 2009, a revista inglesa The Economist, mais importante publicação de economia do mundo, fez uma análise do STF no Brasil: “Alojado em um palácio modernista em Brasília, o Supremo Tribunal Federal brasileiro é, há tempos, uma espécie de piada”.
Para chegar a tal conclusão, seus especialistas levantaram fatos como:
1) é a corte mais sobrecarregada do mundo, graças a uma infinidade de direitos e privilégios impregnados na Constituição de 1988 do país;
2) o direito quase ilimitado de apelar das decisões de qualquer magistrado até que o caso alcance os 11 sábios e sábias da Suprema Corte;
3) o tribunal vive à beira de uma revolta. A corte suprema recebeu 100.781 casos no ano passado.
4) a  Justiça é excruciantemente lenta.
5) como resultado, litígios protelatórios são usados como um truque para evitar sanções (O Brasil tem mais litígios por pessoa que qualquer outro país latino-americano excetuando a Costa Rica).
Mas, naquele ano, nada disso poderia ser comparado ao que ainda estava por vir.
Em 2014, o STF decidiu, por seis votos a cinco, absolver do crime de formação de quadrilha o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o ex-presidente do PT José Genoino e outros cinco condenados no processo do “Mensalão do PT”, entre eles ex-dirigentes do Banco Rural e o grupo de Marcos Valério. A decisão foi tomada no julgamento dos recursos chamados “embargos infringentes”, apresentados pelos oito condenados.
O “Mensalão” foi o nome do principal escândalo que atingiu o governo do ex-presidente Lula em 2005 – durante o primeiro mandato – e que consistiu em um esquema de pagamento de propina de R$ 56 milhões a parlamentares para que votassem a favor de projetos do governo.
Os seis ministros que votaram pela absolvição (Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Teori Zavascki) entenderam que não ficou configurada a quadrilha. Segundo a interpretação desses ministros, apesar de os oito terem cometido crimes conjuntamente, não formaram uma associação criminosa com o objetivo específico de cometer crimes.
Em 2016, o ministro Luís Roberto Barroso do STF concedeu indulto ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu para extinguir toda pena imposta a ele no processo do Mensalão.
O caso acima foi histórico e ficou seriamente marcado para opinião pública como uma das maiores afrontas aos cidadãos brasileiros.
Hoje, a população tem uma percepção muito parecida com a do The Economist sobre a Suprema Corte e continua se sentindo completamente desonrada.
A primeira fase da Operação Lava Jato, que investiga o escândalo do Petrolão, foi deflagrada em março de 2014. Após três anos, as denúncias se acumulam, e nenhum político com foro privilegiado foi condenado no STF. Apenas quatro viraram réus.
Em contraste, o juiz Sergio Moro já condenou 87 pessoas, algumas mais de uma vez, por diferentes crimes, totalizando 125 sentenças. Entre eles estão políticos sem mandato e que, portanto, perderam o foro, como o ex-ministro José Dirceu (PT) e o senador Gim Argello (ex-PTB).
A explicação mais recorrente é a de que o STF, sendo a Corte mais importante do país, tem como função principal garantir a aplicação da Constituição Federal. E simultaneamente aos casos da Lava Jato envolvendo políticos com foro, o Supremo julga, todas as semanas, dezenas de outras ações, muitas delas urgentes.
E é precisamente por isso que há um grande debate para que haja mudanças no regime de foro privilegiado e desafogue o Supremo. Embora, o foro seja importante para evitar perseguições políticas contra autoridades, como pressões de investigados poderosos sobre juízes de primeiro grau, há obviamente pessoas demais com foro no Brasil: 22 mil.
Outro ponto foi levantado semana passada, quando o ministro do STF, Gilmar Mendes, criticou Moro e disse que a Corte tem que se manifestar. “Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre esse tema, que conflita com a jurisprudência que construímos ao longo desses anos”, afirmou.
Ao longo de 37 fases da Lava Jato, Moro decretou 79 prisões preventivas. Atualmente, 22 ainda estão presos nessa modalidade, entre eles Cunha, o ex-ministro Antônio Palocci e o ex-governador do Rio Sergio Cabral.
E, por último, nesta quinta-feira (16), os ministros do STF decidiram que presos encarcerados em cadeias superlotadas ou com más condições de saúde e higiene podem ser indenizados por danos morais pelo governo. O entendimento foi que essa reparação seja financeira.
Diante de tudo isso, uma coisa está evidente: cansamos.
Nosso povo está exausto e profundamente decepcionado em perceber que aqueles que deveriam servir como guardiões da Constituição a dilaceram. E parecem estar cada vez mais insensíveis à voz da opinião pública.

A constatação feita por uma revista estrangeira em 2009 está mais do que consolidada para os brasileiros em 2017: o STF tornou-se uma piada. De mau gosto.
Por Elisa Robson, jornalista.

https://republicadecuritibaonline.com/2017/02/16/o-desprestigio-da-suprema-corte-brasileira-diante-de-uma-sociedade-exausta/

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Brasil e suas contradições.


 

                                          Nick Oliveri, nu, no palco do Rock in Rio, em 2001.

O então baixista e vocalista da banda Queens of the Stone Age foi levado a 1º Vara da Infância e Juventude do Rio de Janeiro por ter subido sem roupa no palco do festival.
Oliveri disse que em outros países ele estava acostumado a fazer apresentações nu e nunca teve problemas. Alegou ainda que não sabia que era proibido ficar nu no palco, pois havia visto vários desfiles do carnaval brasileiro na TV, onde mulheres e homens apareceram nus e não eram presos por isso.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Ministro do STF zomba do povo e diz que ‘foro’ não concede privilégios


O triste é ver decisões sendo tomadas ao arrepio da lei, canastrões sendo beneficiados e autoridades que deveriam proteger a Constituição, aliando-se em detrimento da sociedade.
Para Celso de Mello, ‘a prerrogativa de foro – que traduz consequência natural e necessária decorrente da investidura no cargo de Ministro de Estado – não importa em obstrução e, muito menos, em paralisação dos atos de investigação criminal ou de persecução penal’. E acrescenta: ‘a prerrogativa de foro não confere qualquer privilégio de ordem pessoal a quem dela seja titular’.
A pergunta que se deve fazer ao ilustre ministro é em que país ele vive?
O próprio nome já diz ‘foro PRIVILEGIADO’.
E no Brasil, com este STF capenga, o ‘privilégio’ é fantástico.
O caso de Renan Calheiros é um exemplo clássico, autor de uma trajetória criminosa, sobrevive como ‘respeitável’ autoridade, graças ao privilégio que o decano do STF diz não existir.
Triste o país em que os poderes se confundem e dividem interesses inconfessáveis.
O gigante precisa acordar desse longo cochilo.
Gonçalo Mendes Neto

http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/5050/ministro-do-stf-zomba-do-povo-e-diz-que-foro-nao-concede-privilegios#

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Prepara-se o fim da Lava Jato


Que não se diga depois que os coveiros da Lava Jato atuaram em segredo para enterrá-la sem que houvesse a mínima chance de impedi-los.
O segredo acabou em maio último quando foram reveladas gravações de conversas do empresário Sérgio Machado com os senadores Romero Jucá e Renan Calheiros, e o ex-presidente José Sarney.
Desde então avançaram as providências para que a Lava Jato seja velada em breve.
Na semana passada, o ministro Edson Fachin, novo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu denúncia da Procuradoria-Geral da República e abriu inquérito para investigar Machado, Jucá, Renan e Sarney por tentativa de obstrução da Justiça.
Numa das conversas, Jucá diz que é necessário "estancar a sangria" da Lava-Jato, do contrário não restará vivo um só dos atuais políticos.
Noutra, Renan fala em restringir as delações, base das acusações mais explosivas contra ele e outros investigados.
Com Sarney, Machado discute a derrubada da então presidente Dilma Rousseff e se queixa da falta de acesso ao ministro Teori Zavascki, na época, relator da Lava Jato. Sarney aconselha Machado a procurar um advogado amigo de Teori, o único com livre acesso a ele.
“Prende, mas não esculacha”, pediu Elias Maluco, traficante de drogas e um dos assassinos do jornalista Tim Lopes, ao se render à polícia em setembro de 2002, no Rio.
Ao capitão Nascimento, do filme “Tropa de Elite”, o traficante de nome Baiano, depois de preso e espancado, suplica antes de ser morto com um tiro à queima roupa: “Na cara não, chefe, para não estragar o velório”.
A Lava Jato corre o risco de ser esculachada e de levar um ou mais tiros na cara à luz do dia sem que se manifestem em seu apoio, salvo nas redes sociais, os que celebraram radiantes nas ruas a derrocada de Dilma e do PT.
Dilma caiu porque desrespeitou a Constituição ao maquiar as contas do governo e gastar além do que estava autorizada. Mas caiu também pelo “conjunto da obra”.
Ela empurrou o país para o buraco da mais grave recessão econômica de sua história. E para se eleger e se reeleger, beneficiou-se do mais gigantesco esquema de corrupção que jamais existira, responsável também pela degradação da Petrobras, e que garfou até mesmo uma fatia do salário de servidores públicos pendurados em empréstimos consignados.
Tal esquema foi desmontado em parte pela Lava Jato. Os que o usufruíam, em sua maioria continua impune. No máximo, responde a inquéritos e processos.
Essa gente, com assento privilegiado em todos os escalões da República, conspira e age sem pudor para limitar, deter ou se possível sepultar a mais bem-sucedida operação de combate à corrupção que já vimos por aqui.
O STF dará a palavra final sobre o destino das mais altas autoridades suspeitas de corrupção? Indica-se para a vaga de Teori o ministro que assumirá o papel de revisor dos feitos da Lava Jato.
Quem será o ministro? Alguém da inteira confiança dos que mais tarde serão julgados por ele. Quem aprovará seu nome no Senado? Ora, os felizes apoiadores de sua indicação.
O que fazer para aplacar a fúria investigatória da República de Curitiba? Transfere-se para outros lugares quem servia, ali, à Polícia Federal. E o que mais? Vota-se no Congresso a lei de anistia do caixa dois.
Por fim, o Congresso acaba com a delação premiada para quem estiver preso. Só valerá para quem estiver solto.

Duvidam? Pois mexam-se!

Por Ricardo Noblat

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Quadrilhas desenham o fim da Lava Jato


A movimentação liderada por Temer e Aécio Neves para ELIMINAR a Lava Jato é toda feita à luz do dia e diante da imprensa e da sociedade civil. Conspirações e acordos escusos já não são mais segredos e muito menos feitos às sombras do Poder. Tudo é feito na cara do POVO, sem qualquer constrangimento dos bandidos ou de suas quadrilhas constituídas. O deboche e a falta de vergonha na cara que marca as faces de Temer, Aécio Neves, Rodrigo Maia e Eunício de Oliveira com relação à sociedade civil é no mínimo extrema e nojenta.
Temer se cercou de todos os lados para não ser preso como bandido que é, e contou com apoio de todo o PSDB e de todos os parlamentares do PMDB, bem como, obteve apoio irrestrito dos demais envolvidos nas delações premiadas da Odebrecht. Pelo menos 320 picaretas foram denunciados como corruptos, ladrões e bandidos, e todos estão com Temer. Temer indicou o tucano Alexandre de Moraes para o STF e colocou outro bandido investigado na Lava Jato no Conselho de Constituição e Justiça ao nomear Edison Lobão para o cargo. Agora Temer deve nomear Renan Calheiros para o Ministério da Justiça. O objetivo é AFUNDAR de vez com a Lava Jato e enfraquecer as ações do Ministério Público Federal.
O senador ladrão, Edson Lobão, presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, disse que pensa em dar celeridade ao projeto de abuso de autoridade, aquele que vai amordaçar as atuações dos juízes e promotores na Lava Jato. O projeto está nas mãos de Maia e vem sendo trabalhado por Aécio Neves, principal articulador da Lei no Senado e entre parlamentares envolvidos na Lava Jato.
“Esse projeto já estava no plenário com regime de urgência e com um relator nomeado, que é o Roberto Requião (PMDB-PR). O relator é aquele que diz ao presidente que está com o seu parecer pronto ou não e pede pauta. Então, nessa decisão aí, valerá muito mais a posição do relator do que a minha. A relatoria diz que está em condições de votar e pede para que seja incluída na pauta.”, declarou acrescentando que colocará em votação.
Lobão declarou ainda que não há inconstitucionalidade na medida que propõe anistiar o caixa 2 e perdoar os crimes de corrupção dos políticos. “Eu quero dizer que é constitucional a figura da anistia, qualquer que ela seja”, afirmou. Ele também defendeu mudanças na legislação que trata das colaborações premiadas. “Delação só deve ser admitida com o delator solto.” O fim da Lava Jato começa agora!
Politicamente Irado

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

O Brasil não tem mais um Congresso, senão um sindicato do crime organizado legislando em causa própria

O Brasil está sem governo? Assim sendo, declaramos ‘Vaga’ a Presidência da República

O Brasil não tem mais um Congresso, senão um sindicato do crime organizado legislando em causa própria a troco de salvarem os próprios rabos dos crimes que cometeram contra o povo brasileiro, e pior, com apoio descarado do Pseudo-presidente da República, também metido no Petrolão.
O Brasil está, de fato, sem um governo de verdade,
O Brasil está sob o regime da ditadura da corrupção.
Assim, sendo, como em 1964, como disse o presidente do Senado na época, Auro de Moura Andrade:
Não podemos deixar o Brasil abandonado sem governo. Assim sendo, declaramos ‘Vaga’ a Presidência da República.

Faxina geral total já!

http://www.noticiasbrasilonline.com.br/o-brasil-nao-tem-mais-um-congresso-senao-um-sindicato-do-crime-organizado-legislando-em-causa-propria/

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Oligarquia política apertou o botão de ‘dane-se’


A ideia de que é preciso firmar um pacto para “estancar a sangria” da Lava Jato, exposta por Romero Jucá numa gravação, virou um fantasma que, de vez em quando, sacode seu lençol sobre Brasília. Nesta quarta-feira, indicou-se para presidente da mais importante comissão do Senado, a Comissão de Constituição e Justiça, o senador Edison Lobão, encrencado na Lava Jato. Acomodado nessa cadeira, Lobão comandará a sabatina de candidatos a ministro do Supremo Tribunal Federal e a procurador-geral da República.

Tomada assim, como um fato isolado, a escolha de alguém como Lobão para presidir a principal comissão do Senado seria apenas um absurdo. Mas o inaceitável assume ares de inacreditável quando se considera tudo o aconteceu em Brasília num intervalo de menos de dez dias.

Antes da ascensão de Lobão, Michel Temer havia fornecido a Moreira Franco, amigo delatado pela Odebrecht, o escudo do foro privilegiado. O presidente também indicou para o Supremo o ministro tucano Alexandre de Morais. E levou ao balcão a pasta da Justiça. O PMDB, que sangra na Lava Jato, está no primeiro lugar da fila, pronto para abocanhar o ministério que controla a Polícia Federal.

Nas presidências da Câmara e do Senado já haviam sido acomodados dois delatados da Odebrecht, Rodrigo Maia e Eunício Oliveira. Agora, Edison Lobão. Ele chega ao topo da CCJ empurrado por Renan Calherios e José Sarney, que dispensam apresentação. Tudo isso aconteceu em menos de dez dias. Em Brasília, a união faz a farsa. À procura de um torniquete, a oligarquia política decidiu ligar o botão de dane-se!


Por Josias de Souza
http://linkis.com/uol.com.br/ieOM9

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Gilmar Mendes comanda esquema que pode soltar nesta quarta-feira o réu Eduardo Cunha

Gilmar Mendes é muito incomodado com Sérgio Moro. Será ciumes, inveja?

A quarta-feira, 08 de fevereiro de 2017, promete ser um dia decisivo para a Operação Lava Jato na República de Curitiba.
Capitaneados por Gilmar Mendes, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal pode mandar soltar Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara dos deputados, preso há três meses.
Desde que Dias Toffoli assumiu a vaga de Cármen Lúcia na Segunda Turma do STF, aliando-se a Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, formou-se uma maioria pelo fim das longas prisões preventivas decretadas pelo Juiz Sérgio Moro. A ideia é relaxar todas prisões com mais de 60 dias ‘em nome da tradição’.
Com a morte de Teori Zavascki, o agrupamento de "solta-pilantras" ganhou força e pode começar a esfarelar a Lava Jato a partir desta quarta-feira.
Ainda na terça-feira (07), a Segunda Turma do STF manteve a prisão do peixe-miúdo João Cláudio Genu, que escapou da condenação no caso do Mensalão graças à prescrição dos crimes, mas foi parar no xilindró no Petrolão, onde já está condenado a oito anos e oito meses.
No entanto, Gilmar Mendes, após pública ‘tabelinha’ com o amigo Michel Temer, aproveitou o voto e mandou seu recado: ‘Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre este tema que conflita com a jurisprudência que desenvolvemos ao longo desses anos’. [Fonte: Folha de S.Paulo]
O objetivo é claro: em nome da tal ‘tradição jurisprudencial do STF’, mandar soltar Eduardo Cunha. A decisão sobre a situação do deputado cassado está pautada para esta quarta-feira (8).
Caso o STF decida soltar Cunha, estará aberta a porteira para tirar do xilindró toda cambada de colarinho-branco que Sérgio Moro conseguiu trancafiar ao longo dos últimos três anos, revelando ao povo brasileiro e ao Mundo o maior esquema de corrupção já registrado na história da humanidade.
O STF, como todos sabemos, tem a ‘tradição’ de não prender. Ao contrário, seus ministros adoram uma impunidade. E desta vez, será que o Brasil ficará calado? Este sim, é o grande golpe.
Coisas de #BananeiraJeitinho!
Helder Caldeira
http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/5001/gilmar-mendes-comanda-esquema-que-pode-soltar-nesta-quarta-feira-o-reu-eduardo-cunha

Câmara dará aos partidos licença para assaltar


A Câmara dos Deputados deve votar nesta quarta-feira um projeto de lei que, na prática, concede aos partidos políticos uma licença para assaltar dinheiro público. A proposta é de uma simplicidade estarrecedora. Hoje, partidos que não prestam contas ou que têm as contas reprovadas deixam de receber dinheiro público do Fundo Partidário e sujeitam-se à cassação do registro pela Justiça Eleitoral. Com a aprovação da proposta, nenhum partido poderá ser proibido de funcionar - mesmo que não preste contas ou apresente escrituração anual reprovada.
O projeto foi empurrado para dentro da pauta de votações graças a um requerimento de urgência aprovado nesta terça-feira. Após reunião do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, com os líderes partidários, a c coisa passou com uma facilidade inaudita. Votaram a favor do ritmo de toque de caixa 314 deputados. Apenas 17 votaram contra - isso corresponde à bancada do PSOL, única legenda a rejeitar a fuzarca, mais meia dúzia de gatos pingados de outras legendas. Houve também quatro abstenções. A íntegra da lista de votação está disponível aqui. Lendo-a, você notará que a desfaçatez é suprapartidária. Reúne oposição e governo.
O placar do pedido de urgência sinaliza o resultado da votação do mérito do projeto. A aprovação será uma barbada. Um detalhe potencializou a desfaçatez: enquanto os deputados colocavam o descalabro em movimento, o TSE decidia destravar os processos contra três legendas acusadas de se apropriar de verbas roubadas da Petrobras: PT, PMDB e PP. Os processos estavam abertos desde agosto do ano passado. Contêm documentos enviados de Curitiba por Sergio Moro, juiz da Lava Jato. Havia, porém, uma polêmica sobre quem deveria relatar as causas. E o tribunal eleitoral decidiu na noite desta terça que os processos serão distribuídos por sorteio entre os seus sete ministros. Significa dizer que a encrenca sairá da gaveta.
Chama-se Maurício Quintela Lessa o autor da proposta que concede anistia preventiva aos partidos com contabilidade bichada. Filiado ao PR, o personagem está licenciado do mandato. No momento, serve à pátria sentado na cadeira de ministro dos Transportes do governo de Michel Temer. A proposta de Quintela saiu do forno no início de 2016. Não passou por nenhuma comissão.
De repente, aterrissou diretamente no plenário. Por quê? Simples: começam a vigorar no próximo dia 3 de março normas do TSE que preveem a punição das legendas com contas podres. O arrocho deveria ter vigorado no ano passado. Mas os partidos pediram tempo para se ajustar à moralidade. Não tiveram sucesso. Agora, tramam providências para assegurar que os partidos continuem operando como paraísos fiscais 100% bancados pelo déficit público.

Blog do Josias de Souza

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Renata, a nora de Lula, era a mais intrigante desafeta de Marisa Letícia


Pouca gente fala, mas na intimidade familiar a ex-primeira dama Marisa Letícia vivia péssimos momentos.
Além dos problemas com a Justiça, a convivência com as pessoas mais próximas, ia muito mal.
Uma das principais desafetas era a esposa de Lulinha - Fábio Luís Lula da Silva - aquele que o ex-presidente rotulou como o ‘Ronaldinho dos negócios’.
A esposa Renata não escondia de ninguém sua antipatia e desprezo pela sogra.
Aliás, ultimamente, o próprio casal, Lulinha e Renata, viviam em verdadeiro ‘pé de guerra’.
A separação esteve na iminência de acontecer e uma frágil reconciliação teria sido intermediada pelo advogado Roberto Teixeira, compadre de Lula, apenas para evitar uma conturbada divisão de bens.
O outro filho, Luis Cláudio, alvo da operação Zelotes, refugiou-se no Uruguai, fato que provocou imensa tristeza na mãe. ‘Luleco’ era o ‘xodó’ de Marisa.
Assim, insatisfeita com o rumo que a família vinha tomando, ela vivia momentos de profunda amargura e tristeza.
Por outro lado, a derrota eleitoral de seu primeiro filho, Marcos Cláudio, enteado de Lula, candidato à reeleição na Câmara Municipal de São Bernardo do Campo, também teria sido um outro fator que fragilizou bastante a ex-primeira dama.
Marisa não admitia a derrota do filho, sentia-se traída pela população, afinal, São Bernardo era o maior reduto eleitoral do PT e de Lula.
Enfim, neste ponto, Lula tem toda a razão, Marisa morreu triste...

Amanda Acosta

redacao@jornaldacidadeonline.com.br

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Temer ajeita ‘foro especial’ para dois investigados na Lava Jato. De quem você se lembra?


Neste dia 02 de fevereiro, para celebrar o Dia de Iemanjá e abrigar criminosos de colarinho-branco, o atual ocupante da Presidência da República criou três Ministérios. Dois deles serão ocupados por investigados na Operação Lava Jato, concedendo-lhes foro especial no Supremo Tribunal Federal (STF).
Não ouço panelas... não ouço apitos... não ouço gemidos.
O Brasil, desavergonhado, já está em clima de Carnaval, discutindo se cantar a ‘Cabeleira do Zezé’ e ‘O teu cabelo não nega’ é politicamente incorreto. 
LGBTFobia, racismo ou apenas marchinhas históricas.
Depois reclamam da sorte que não têm...

Helder Caldeira
http://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/4959/temer-ajeita-foro-especial-para-dois-investigados-na-lava-jato-de-quem-voce-se-lembra


Finado Lula


“Nunca entre num lugar de onde tão poucos conseguiram sair”, alertou Adam Smith. “A consciência tranquila ri-se das mentiras da fama”, cravou o romano Ovídio. “Corrupção é o bom negócio para o qual não me chamaram”, ensinou o Barão de Itararé.

E na contramão de todos está alguém que abriu mão de si mesmo pelo poder. Lula construiu uma história de vida capaz de arrastar emoções e o levar à presidência. Agora, de modo desprezível, o mesmo Lula destrói-se por completo.

Não é preciso resgatar o tríplex, o sítio ou os R$ 30 milhões em “palestras” para atestar a derrocada do ex-presidente. Basta tão somente reparar a figura pitoresca na qual Lula se tornou.

O operário milionário sempre esbanjou o apoio popular e tomou para si o mérito de salvar o país da miséria. Contudo, junto disso, entregou-se aos afetos das maiores empreiteiras, não viu mal em lotear a máquina pública, nem constrangeu-se em liderar uma verdadeira organização criminosa.

Sem hesitar, brincou com os sonhos do povo e fez de seu filho, ex-faxineiro de zoológico, um megaempresário. Aceitou financiamentos regados a corrupção, fez festa junina pra magnatas e mentiu, mentiu e mentiu. O resultado, enfim, chegou: ao abrir mão de si mesmo, Lula perdeu o povo.

Pelas ruas, o ex-presidente é motivo de indignação e fonte de piadas. Lula virou chacota, vergonha, deboche. Restou-lhe a militância do pão com salame e aqueles que tratam a política com os olhos da fé messiânica.

Seu escárnio da lei confirma sua queda. Lula ainda enxerga o Brasil como um rebanho de gado e não percebe que está só, cercado por advogados que postergam seu coma moral. Enquanto ofende o judiciário e todos aqueles que não beijam seus pés, Lula trancafia-se na bolha de quem ainda acredita que meia dúzia de gritos e cuspes podem apagar os fatos.

O chefe entrou num mundo sem saída, trocou sua consciência pelo poder e corrompeu-se até dissolver sua essência. Lula morreu faz tempo. Restou-lhe, apenas, uma carcaça podre que busca a vida eterna no inferno de si mesmo.


Gabriel Tebaldi é graduado em História pela UFES.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

O vazio existencial


O vazio existencial é um fenômeno muito difundido no século XXI. Isto é compreensível; pode ser atribuído a uma dupla perda sofrida pelo ser humano desde que se tornou um ser verdadeiramente humano. No início da história, o homem foi perdendo alguns dos instintos animais básicos que regulam o comportamento do animal e asseguram sua existência. Tal segurança, assim como o paraíso, está cerrada ao ser humano para todo o sempre. Ele precisa fazer opções. Acresce-se ainda que o ser humano sofreu mais outra perda em seu desenvolvimento mais recente. As tradições, que serviam de apoio para seu comportamento, atualmente vêm diminuindo com grande rapidez. Nenhum instinto lhe diz o que deve fazer e não há tradição que lhe diga o que ele deveria fazer; às vezes ele não sabe sequer o que deseja fazer. Em vez disso, ele deseja fazer o que os outros fazem (conformismo), ou ele faz o que outras pessoas querem que ele faça (totalitarismo).
O vácuo existencial se manifesta principalmente num estado de tédio. Agora podemos entender por que Schopenhauer disse que, aparentemente, a humanidade estava fadada a oscilar eternamente entre os dois extremos de angústia e tédio. É concreto que atualmente o tédio está causando e certamente trazendo aos psiquiatras mais problemas de que o faz a angústia. E estes problemas estão se tornando cada vez mais agudos, uma vez que o crescente processo de automação provavelmente conduzirá a um aumento enorme nas horas de lazer do trabalhador médio. Lastimável é que muitos deles não saberão o que fazer com seu tempo livre.
Pensemos, por exemplo, na "neurose dominical", aquela espécie de depressão que acomete pessoas que se dão conta da falta de conteúdo de suas vidas quando passa o corre-corre da semana atarefada e o vazio dentro delas se torna manifesto. Não são poucos os casos de suicídio que podem ser atribuídos a este vazio existencial. Fenômenos tão difundidos como depressão, agressão e vício não podem ser entendidos se não reconhecermos o vazio existencial subjacente a eles. O mesmo é válido também para crises de aposentados e idosos.
Existem ainda diversas máscaras e disfarces sob os quais transparece o vazio existencial. Às vezes a vontade de sentido frustrada é vicariamente compensada por uma vontade de poder, incluindo a sua mais primitiva forma, que é a vontade de dinheiro. Em outros casos, o lugar da vontade de sentido frustrada é tomado pela vontade de prazer. É por isso que muitas vezes a frustração existencial acaba em compensação sexual. Podemos observar nestes casos que a libido sexual assume proporções descabidas no vácuo existencial.


Viktor Frankl

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Em ato de monstruosidade moral, Lula usa AVC da própria mulher para proselitismo político


Lula é mesmo um sujeito que, para ser apenas desprezível, teria de melhorar muito. Sua moral é não ter moral alguma, usar qualquer coisa para se beneficiar pessoalmente, mesmo que pisando nos outros, ferrando com a vida de milhões, destruindo um país inteiro. Claro que um sujeito desses não encontraria nem mesmo na saúde da esposa um limite ético para o silêncio, para a reflexão, para a reclusão civilizada que separa o humano da política. A vida de Lula é o palanque, e o vitimismo é sua marca registrada.

Quando “dona” Marisa teve um AVC e foi internada, algumas pessoas partiram para um ato deplorável: celebrar, festejar, torcer pelo pior. Tudo muito tosco. A vida de um ser humano deveria estar acima disso. Se Marisa é culpada, se é cúmplice do marido, o chefe de uma quadrilha, então que ela pague por isso: viva! Que melhore da doença, e possa depois arcar com as consequências legais de seus atos. Mas vibrar com seu AVC, isso é inadmissível.

Assim como é inaceitável fazer uso político do caso pelo outro lado. Foi o que fez o PT, pois o PT é um “partido” completamente amoral mesmo. Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, fez logo menção à Lava Jato, insinuando que a operação da Polícia Federal era responsável pelo ocorrido, por “perseguir” Lula e colocar sua família toda sob pressão:

Era questão de tempo até que o próprio Lula fosse para algum palanque bancar a vítima, usando o AVC de sua mulher, que continua internada. E foi exatamente o que aconteceu:

Na primeira manifestação pública e presencial sobre o estado de saúde da mulher, Marisa Letícia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nessa segunda-feira (30) a simpatizantes, em São Paulo, que “a pressão e a tensão fazem as pessoas chegarem ao ponto que a Marisa chegou”. A ex-primeira-dama está internada há uma semana na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, por conta de um AVC (acidente vascular cerebral) hemorrágico. O quadro de saúde dela é considerado grave, mas estável.

“Eu acho que a pressão e a tensão fazem as pessoas chegarem ao ponto que a Marisa chegou. Mas isso não vai fazer eu ficar chorando pelos cantos. Vai ficar apenas batendo na minha cabeça, como mais uma razão para que a luta continue”, afirmou Lula a representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens. As informações são do Instituto Lula, onde ocorreu o encontro, no bairro do Ipiranga (zona sul de São Paulo).

Isso é completamente asqueroso, abjeto! Que tipo de pessoa faz uso político de uma grave condição de saúde da própria mulher? Que tipo indecente de gente tenta obter dividendos políticos com uma tragédia pessoal? Em vez de se dedicar à esposa de forma reclusa, num momento de privacidade que toda família tem direito, Lula escolhe a via da demagogia, do populismo, jogando para a plateia com o discurso de vítima, que culpa os guardiões das leis pelo AVC de Marisa.

Lula não tem salvação mesmo. Trata-se de uma figura vil, covarde, vergonhosa, que merece todo o nosso mais profundo desprezo. E sua tática podre não vai funcionar, pois o Brasil está mudando, aos poucos mas está. A Lava Jato continua com imenso apoio da população, que aguarda inclusive a prisão do próprio Lula. Ninguém será poupado por ter sido poderoso, por ainda mobilizar uma massa de idiotas úteis, ou por bancar a vítima usando a própria mulher como escudo.

Rodrigo Constantino

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