O tempo passa, mas o amor verdadeiro permanece
Nenhum de nós será jovem,
bonito, esbelto ou terá o mesmo vigor físico para sempre. A beleza muda, o
corpo envelhece, a disposição diminui e até aquilo que hoje consideramos
indispensável um dia ficará para trás.
A velhice chegará para todos
aqueles que tiverem a sorte de viver o suficiente. E, com ela, poderão chegar
as limitações do corpo, as marcas do tempo e, quem sabe, a solidão daqueles que
passaram a vida acreditando que a aparência era tudo.
O problema não está em
envelhecer, mas em construir relacionamentos sobre aquilo que o tempo
inevitavelmente destrói: a juventude, a beleza e o vigor físico.
Quem ama de verdade não deixa
de enxergar as mudanças, as rugas, os cabelos brancos ou as imperfeições que os
anos acrescentam. Simplesmente aprenda a olhar além delas. Não ama apenas o
corpo de hoje, mas também a história que existe por trás dele.
Porque o amor verdadeiro não
exige juventude eterna, beleza perfeita ou corpos sem marcas. Ele amadurece
com as pessoas e encontra, nas transformações da vida, novas razões para
permanecer.
A beleza pode despertar o desejo, mas é o amor que ensina duas pessoas a permanecerem juntas quando a juventude já tiver ido embora.









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