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domingo, fevereiro 15, 2026

Regina Dourado - Atriz Brasileira


Regina Maria Dourado, conhecida artisticamente como Regina Dourado, foi uma talentosa atriz, dançarina e diretora teatral brasileira. Nascida em 22 de agosto de 1952, na cidade de Irecê, no interior da Bahia (embora algumas fontes mencionem Salvador como local de nascimento), ela faleceu em 27 de outubro de 2012, em Salvador, aos 59 anos.

Regina iniciou sua carreira ainda jovem, aos 15 anos, na Companhia Baiana de Comédias, e construiu uma trajetória marcante no teatro, cinema e, especialmente, na televisão. Ao longo de mais de quatro décadas, destacou-se por interpretações vibrantes, com carisma e presença cênica inconfundíveis.

Ela se notabilizou por papéis de mulheres fortes, sensuais e populares, muitas vezes com traços cômicos ou popularescos, conquistando o carinho do público brasileiro. Entre suas participações mais lembradas na TV Globo estão novelas clássicas como:

Pai Herói (1979). Pão Pão, Beijo Beijo (1983), onde interpretou Lalá Sereno, Roque Santeiro (1985), Felicidade (1991), Renascer (1993), como a marcante Morena, Tropicaliente (1994), como Serena, Explode Coração (1995), novela de Glória Perez que trouxe sua maior consagração popular, O Rei do Gado (1996), como Magú, Anjo Mau (1997), como Alzira, Esperança (2002), América (2005)

Além das novelas, integrou o elenco de importantes minisséries, como Lampião e Maria Bonita (1982), onde interpretou a contestadora Joana Bezerra; O Pagador de Promessas (1988), como Branca da Silva Assis; e O Sorriso do Lagarto (1992), como Neide.

Sua consagração nacional veio especialmente em Explode Coração (1995), onde deu vida à inesquecível Lucineide Salgado, ao lado de Rogério Cardoso (o Salgadinho).

A personagem, com seu jeito extrovertido e bordão marcante "Stop Salgadinho!" (acompanhado de variações como "Me poupe, me economize!"), tornou-se um fenômeno popular na época, rendendo à atriz enorme simpatia do público e fixando-a na memória coletiva como uma das figuras mais carismáticas das novelas dos anos 1990.

Nos anos 2000, Regina também atuou em produções do SBT (Seus Olhos, 2004) e da Record, onde fez Bicho do Mato (2006-2007), interpretando Wanda, mãe de Betinha, e seu último trabalho na televisão: a novela Caminhos do Coração (2007-2008).

Em 2003, Regina foi diagnosticada com câncer de mama na mama direita, enfrentando cirurgias, quimioterapia e radioterapia. Ela lutou bravamente contra a doença por quase uma década, mas cerca de sete anos depois o câncer comprometeu também o seio esquerdo.

Em entrevistas posteriores, seu irmão Oscar Dourado revelou que, em certa fase, ela optou por interromper tratamentos mais agressivos, o que, segundo ele, acabou "abreviando a vida".

A atriz manteve a doença em sigilo por um tempo, inclusive da família próxima. No dia 20 de outubro de 2012, Regina foi internada no Hospital Português, em Salvador, devido a complicações graves decorrentes da doença.

A metástase havia atingido a medula óssea, levando a um quadro terminal e irreversível. Mantida sedada em um quarto da instituição, ela sofreu uma parada cardíaca e faleceu na manhã de 27 de outubro de 2012.

Regina Dourado deixou um legado de talento, alegria e representatividade, especialmente para atrizes baianas e para papéis que misturavam sensualidade, humor e força popular.

Sua partida foi lamentada por colegas, fãs e pela imprensa, que a recordam como uma artista exuberante e inesquecível da televisão brasileira.

Ted Bundy


 

Ted Bundy, nascido Theodore Robert Bundy, veio ao mundo em 24 de novembro de 1946, em Burlington, nos Estados Unidos. Tornou-se um dos mais conhecidos e perturbadores assassinos em série da história americana, responsável por uma sequência de sequestros e homicídios que chocaram o país na década de 1970.

Durante quase dez anos, Bundy negou envolvimento nos crimes. Somente às vésperas de sua execução, em 1989, confessou oficialmente 30 homicídios cometidos entre 1974 e 1978, em sete estados. Investigadores, entretanto, acreditam que o número real de vítimas possa ser significativamente maior.

Bundy era descrito como inteligente, articulado e fisicamente atraente - características que utilizava para conquistar a confiança de suas vítimas e também para manipular a opinião pública.

Costumava abordar jovens mulheres em locais públicos, fingindo estar ferido (com o braço engessado ou apoiado em muletas) ou apresentando-se como figura de autoridade. Após conquistar a confiança delas, as dominava e as levava para locais isolados, onde cometia agressões e homicídios.

Em diversos casos, retornava às cenas dos crimes. Ele próprio admitiu comportamentos profundamente perturbadores, como a permanência junto aos corpos por dias e a decapitação de ao menos doze vítimas, mantendo algumas cabeças em seu apartamento por certo período.

Também confessou ter cometido atos de necrofilia. Em outras ocasiões, invadia residências durante a madrugada e atacava as vítimas enquanto dormiam.

Primeira prisão e escalada dos crimes

Em 1975, Bundy foi preso em Utah por sequestro e tentativa de agressão criminosa, após o ataque contra Carol DaRonch, que conseguiu escapar e fornecer à polícia uma descrição detalhada do agressor e do veículo - um Volkswagen que se tornaria peça-chave na investigação.

Naquele período, jovens mulheres começaram a desaparecer nos estados de Washington e Oregon, e a cooperação entre autoridades estaduais foi essencial para ligar os casos.

Enquanto respondia a acusações no Colorado, Bundy protagonizou duas fugas audaciosas da prisão em 1977. Na segunda, conseguiu escapar definitivamente da custódia e seguiu para a Florida, onde cometeu novos crimes.

Crimes na Flórida e captura definitiva

Em janeiro de 1978, invadiu a casa da irmandade feminina Chi Omega, na Florida State University, atacando várias estudantes. Duas morreram e outras sobreviveram com graves ferimentos. Pouco depois, assassinou Kimberly Leach, de 12 anos.

Em fevereiro de 1978, foi preso em Pensacola, dirigindo um carro roubado. Provas testemunhais e evidências forenses - incluindo marcas de mordida que foram comparadas à sua arcada dentária - contribuíram para sua condenação.

Julgamentos e execução

Formado em psicologia e com experiência em estudos de direito, Bundy atuou como seu próprio advogado em parte dos julgamentos, explorando a atenção da mídia e demonstrando frieza e eloquência que intrigavam a opinião pública. Chegou a receber cartas de admiradoras durante o processo.

Foi condenado à morte pelos crimes cometidos na Flórida e executado na cadeira elétrica em 24 de janeiro de 1989, na Prisão Estadual da Flórida, em Raiford. Suas últimas palavras foram dirigidas a seu advogado e a um líder religioso que o acompanhava.

Infância e possíveis influências

Bundy foi criado inicialmente pelos avós maternos. Sua mãe, Eleanor Louise Cowell, era apresentada como sua irmã, situação que só mudou quando ela se casou com Johnny Bundy, cujo sobrenome Ted adotaria. Relatos indicam que o avô tinha comportamento violento dentro de casa, o que pode ter contribuído para um ambiente familiar instável.

Na juventude, trabalhou em uma linha telefônica de prevenção ao suicídio em Seattle - ironicamente ao lado da futura escritora Ann Rule, que mais tarde escreveria sobre ele. Também teve um relacionamento duradouro com Elizabeth Kloepfer, cuja filha dizia tratar como se fosse sua própria.

Perfil psicológico e legado

Especialistas frequentemente descrevem Bundy como portador de traços psicopáticos: ausência de empatia, manipulação, narcisismo e necessidade de controle. Ele próprio afirmou ter desenvolvido um “apetite” por pornografia violenta, que dizia alimentar suas fantasias.

A biógrafa Ann Rule o chamou de “sociopata sádico”, enquanto sua advogada Polly Nelson o descreveu como “a própria definição do mal sem coração”.

Mesmo décadas após sua execução, o caso continua despertando interesse. Sua história foi retratada em livros, séries, documentários e filmes, mantendo-se como objeto de estudo na criminologia e na psicologia forense. Segundo a BBC, Bundy permanece como uma das figuras criminosas que mais intrigam os Estados Unidos.

Estima-se que possa ter feito até 65 vítimas. Embora tenha confessado 30 assassinatos, muitos casos permanecem sem solução definitiva. Sua trajetória expôs falhas na cooperação entre estados na época e contribuiu para avanços na integração de bancos de dados e no uso de evidências forenses nos Estados Unidos.

A história de Ted Bundy não é apenas o relato de um criminoso, mas também um lembrete sombrio de como aparência, inteligência e carisma podem mascarar intenções destrutivas, e de como a sociedade pode ser surpreendida por aqueles que parecem perfeitamente integrados a ela.