Sir Winston Churchill e sua esposa Clementine
Certa vez, em um dia comum em Londres, Sir
Winston Churchill e sua esposa Clementine decidiram dar um passeio tranquilo
pelas ruas da cidade.
Enquanto caminhavam lado a lado, Clementine
parou para conversar longamente com um limpador de rua (ou varredor de
calçadas, como era chamado na época), que varria a poeira com sua vassoura.
Winston, curioso e um tanto impaciente,
esperou até que ela voltasse ao seu lado e perguntou: - O que diabos você
estava conversando tanto tempo com aquele homem?
Clementine sorriu calmamente e respondeu: -
Ah, meu querido, há muitos anos ele estava perdidamente apaixonado por mim.
Churchill deu uma risada irônica, com aquele
seu característico senso de humor afiado, e retrucou: - Está vendo, minha
querida? Se você tivesse correspondido ao amor dele, hoje você poderia ser a
esposa de um simples limpador de rua.
Sem perder o ritmo e com um brilho astuto nos
olhos, Clementine respondeu na hora: - Oh, não, meu querido. Se eu tivesse me
casado com ele, hoje ele seria o Primeiro-Ministro.
A resposta rápida e inteligente de Clementine
silenciou o marido por um instante - e virou uma das anedotas mais famosas
atribuídas ao casal.
Ela reflete bem o papel fundamental que
Clementine desempenhou na vida de Winston: uma parceira forte, conselheira
perspicaz e, muitas vezes, a verdadeira força por trás do homem que liderou o Reino
Unido durante a Segunda Guerra Mundial.
Embora não haja registros históricos
confiáveis que confirmem que essa conversa específica tenha ocorrido de fato
(anedotas assim frequentemente circulam como “lendas urbanas” sobre figuras
famosas), ela captura perfeitamente o espírito do casal: Winston com seu humor
sarcástico e Clementine com sua inteligência afiada e confiança serena.









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