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segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Bill Gates: Antivírus ou vírus?

 

Depois da pandemia de COVID-19, o mundo nunca mais será o mesmo. Esse vírus, que para muitos parece ter origens questionáveis e possivelmente manipuladas em laboratório, tem sido usado politicamente por aqueles que buscam maior controle sobre as populações comuns do planeta.

Em 2015, durante uma famosa palestra no TED em Vancouver (Canadá), Bill Gates alertou o mundo sobre os riscos de uma grande pandemia. Ele disse: "Se alguma coisa for capaz de matar mais de 10 milhões de pessoas nas próximas décadas, é provável que seja um vírus altamente infeccioso, e não uma guerra".

Gates enfatizou que não eram mísseis, mas micróbios que representavam o maior risco de catástrofe global, e criticou a falta de preparação mundial, comparando-a à ausência de um sistema equivalente aos exercícios militares para pandemias.

Ele mencionou lições da epidemia de Ebola (2014-2016) e defendeu investimentos em pesquisa de vacinas, simulações e treinamento de profissionais de saúde.

Em outra ocasião, em 2018, Gates expressou preocupação com o rápido crescimento populacional em países pobres da África, segundo relatório da sua fundação e entrevistas (como à Reuters e ao Financial Times).

Ele destacou que o aumento demográfico poderia ameaçar os avanços na redução da pobreza e na saúde global, defendendo investimentos em saúde, educação e acesso a métodos de planejamento familiar para equilibrar esse crescimento.

Será mera coincidência que, poucos anos depois, em 2019-2020, o mundo enfrentasse a pandemia de SARS-CoV-2 (o coronavírus causador da COVID-19)?

O vírus se espalhou rapidamente, causando milhões de mortes (mais de 7 milhões confirmadas globalmente até agora, com estimativas maiores considerando excessos de mortalidade), lockdowns em massa, crises econômicas e mudanças profundas nos hábitos sociais e políticos.

Bill Gates é visto por muitos como um grande filantropo, através da Bill & Melinda Gates Foundation, que investe bilhões em saúde global, erradicação de doenças e vacinas.

No entanto, críticos e teorias da conspiração o acusam de promover agendas de despovoamento mundial, especialmente por causa de investimentos em empresas farmacêuticas e apoio a programas de vacinação em massa.

Uma fala dele em 2010 (em outro TED Talk sobre mudanças climáticas) foi frequentemente tirada de contexto: ele mencionou que avanços em vacinas, saúde e serviços reprodutivos poderiam ajudar a reduzir o crescimento populacional em até 10-15% (por meio da queda na mortalidade infantil, levando famílias a terem menos filhos), mas não defendeu redução forçada ou eliminação de pessoas.

A pandemia trouxe à tona muitas questões "esquisitas": restrições de liberdade, vigilância digital, aceleração de tecnologias como vacinas de mRNA, e um foco intenso em medidas de controle populacional.

Para alguns, o vírus serve como cortina de fumaça para agendas maiores de controle global, incluindo a chamada "Grande Reinicialização" ou transformações econômicas e sociais.

No Brasil, a situação da saúde pública sempre foi precária. Décadas de governos deixaram hospitais sucateados, com falta crônica de leitos de UTI, equipamentos, medicamentos e profissionais qualificados. O SUS, apesar de ser um sistema admirado internacionalmente por sua abrangência, sofria com subfinanciamento e má gestão.

Quando a pandemia chegou, em 2020, governadores e prefeitos de repente passaram a priorizar "salvar vidas" acima de tudo: decretaram lockdowns, fecharam comércios, suspenderam aulas e investiram bilhões em hospitais de campanha e compra de insumos.

Muitos questionam se essa repentina preocupação foi genuína ou se serviu para justificar medidas autoritárias, endividamento público e transferência de recursos.

A pandemia no Brasil foi especialmente trágica: o país registrou mais de 700 mil mortes oficiais por COVID-19 (um dos maiores números absolutos do mundo), com colapso de sistemas de saúde em cidades como Manaus (2021), atrasos na vacinação inicial e intensos debates políticos sobre tratamentos, máscaras e isolamento.

Não sei exatamente onde tudo isso vai parar, mas parece claro que estamos em um período de grandes transformações - e muitas delas não parecem apontar para algo positivo para as pessoas comuns.

O que vem a seguir pode envolver mais controle, menos liberdades individuais e uma redefinição profunda da sociedade. Cabe a cada um refletir e questionar o que está por trás dessas mudanças.

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