Depois da pandemia de COVID-19, o mundo nunca
mais será o mesmo. Esse vírus, que para muitos parece ter origens questionáveis
e possivelmente manipuladas em laboratório, tem sido usado politicamente por
aqueles que buscam maior controle sobre as populações comuns do planeta.
Em 2015, durante uma famosa palestra no TED
em Vancouver (Canadá), Bill Gates alertou o mundo sobre os riscos de uma grande
pandemia. Ele disse: "Se alguma coisa for capaz de matar mais de 10
milhões de pessoas nas próximas décadas, é provável que seja um vírus altamente
infeccioso, e não uma guerra".
Gates enfatizou que não eram mísseis, mas
micróbios que representavam o maior risco de catástrofe global, e criticou a
falta de preparação mundial, comparando-a à ausência de um sistema equivalente
aos exercícios militares para pandemias.
Ele mencionou lições da epidemia de Ebola
(2014-2016) e defendeu investimentos em pesquisa de vacinas, simulações e
treinamento de profissionais de saúde.
Em outra ocasião, em 2018, Gates expressou
preocupação com o rápido crescimento populacional em países pobres da África,
segundo relatório da sua fundação e entrevistas (como à Reuters e ao Financial
Times).
Ele destacou que o aumento demográfico
poderia ameaçar os avanços na redução da pobreza e na saúde global, defendendo
investimentos em saúde, educação e acesso a métodos de planejamento familiar
para equilibrar esse crescimento.
Será mera coincidência que, poucos anos
depois, em 2019-2020, o mundo enfrentasse a pandemia de SARS-CoV-2 (o
coronavírus causador da COVID-19)?
O vírus se espalhou rapidamente, causando
milhões de mortes (mais de 7 milhões confirmadas globalmente até agora, com
estimativas maiores considerando excessos de mortalidade), lockdowns em massa,
crises econômicas e mudanças profundas nos hábitos sociais e políticos.
Bill Gates é visto por muitos como um grande
filantropo, através da Bill & Melinda Gates Foundation, que investe bilhões
em saúde global, erradicação de doenças e vacinas.
No entanto, críticos e teorias da conspiração
o acusam de promover agendas de despovoamento mundial, especialmente por causa
de investimentos em empresas farmacêuticas e apoio a programas de vacinação em
massa.
Uma fala dele em 2010 (em outro TED Talk
sobre mudanças climáticas) foi frequentemente tirada de contexto: ele mencionou
que avanços em vacinas, saúde e serviços reprodutivos poderiam ajudar a reduzir
o crescimento populacional em até 10-15% (por meio da queda na mortalidade
infantil, levando famílias a terem menos filhos), mas não defendeu redução
forçada ou eliminação de pessoas.
A pandemia trouxe à tona muitas questões
"esquisitas": restrições de liberdade, vigilância digital, aceleração
de tecnologias como vacinas de mRNA, e um foco intenso em medidas de controle
populacional.
Para alguns, o vírus serve como cortina de
fumaça para agendas maiores de controle global, incluindo a chamada
"Grande Reinicialização" ou transformações econômicas e sociais.
No Brasil, a situação da saúde pública sempre
foi precária. Décadas de governos deixaram hospitais sucateados, com falta
crônica de leitos de UTI, equipamentos, medicamentos e profissionais
qualificados. O SUS, apesar de ser um sistema admirado internacionalmente por
sua abrangência, sofria com subfinanciamento e má gestão.
Quando a pandemia chegou, em 2020,
governadores e prefeitos de repente passaram a priorizar "salvar
vidas" acima de tudo: decretaram lockdowns, fecharam comércios,
suspenderam aulas e investiram bilhões em hospitais de campanha e compra de
insumos.
Muitos questionam se essa repentina
preocupação foi genuína ou se serviu para justificar medidas autoritárias,
endividamento público e transferência de recursos.
A pandemia no Brasil foi especialmente
trágica: o país registrou mais de 700 mil mortes oficiais por COVID-19 (um dos
maiores números absolutos do mundo), com colapso de sistemas de saúde em
cidades como Manaus (2021), atrasos na vacinação inicial e intensos debates
políticos sobre tratamentos, máscaras e isolamento.
Não sei exatamente onde tudo isso vai parar,
mas parece claro que estamos em um período de grandes transformações - e muitas
delas não parecem apontar para algo positivo para as pessoas comuns.
O que vem a seguir pode envolver mais controle, menos liberdades individuais e uma redefinição profunda da sociedade. Cabe a cada um refletir e questionar o que está por trás dessas mudanças.








.jpg)

0 Comentários:
Postar um comentário