sábado, 24 de dezembro de 2016

Já no impeachment, Janaína Paschoal quis emparedar Dilma com a Braskem, mas não deixaram



O maior acordo de leniência da história foi assinado graças aos esforços da Lava Jato. O ressarcimento bilionário será pago pela Odebrecht e Braskem, empresas do mesmo grupo. A primeira já é protagonista no noticiário há tempos. A segunda, ainda que surgisse em notas menos clicadas, só agora começa a mostrar a cara, e sua relação espúria com Lula e Dilma Rousseff.

Contudo, em sua conta no Twitter, Janaína Paschoal conta que muito tentou explorar o tema já no impeachment de Dilma, mas simplesmente foi impedida.

“Quando fui ao escritório do Professor Modesto, ele me perguntou se eu havia visto que Dilma convidara empresários da Braskem para jantar. Com sua experiência, o Professor vinha denunciando, na imprensa, que o discurso anticorrupção do governo era uma falácia. Eu tinha clara a ligação de Lula e Dilma com a Odebrecht, com a Braskem (que também é Odebrecht), eu não tinha. Professor Modesto alertou. Postei algumas matérias evidenciando essa íntima relação de Dilma com a Braskem. Eu queria perguntar à ex-presidente sobre suas ligações com Braskem e a Odebrecht, mas essa parte foi extirpada da denúncia. Por quê? Espero que as autoridades brasileiras façam as perguntas que eu fui impedida de fazer. Talvez as autoridades estrangeiras façam antes.”

Quem salvou Dilma Rousseff dessa? Essa é para esfregar na cara de todos os petistas. O trecho que atingia o Petrolão foi todo removido já no origem. Por uma pessoa hoje detida pela Lava Jato. Essa pessoa se chama Eduardo Cunha.

http://www.implicante.org/noticias/ja-no-impeachment-janaina-paschoal-quis-emparedar-dilma-com-braskem-mas-nao-deixaram/?utm_content=buffer45c9b&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer
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